segunda-feira, 21 de abril de 2008

Histórico da Informática Educativa

Linha de Tempo

Ao ler o texto "Informática Educativa no Brasil" de Maria Candida Moraes, pude conhecer a história da Informática como parte da educação no Brasil, que demorou quase uma década para ser aceita em nosso país. Os pesquisadores precisaram insistir muito no assunto para mover as autoridades à financiarem os projetos de pesquisa na área, já que muitos acreditavam que o país tinha outras prioridades.

Quando à linha de tempo, achei super tranqüilo construí-la, já que no ano passado eu já havia feito uma linha neste mesmo site para a interdisciplina de Escolarização, espaço e tempo na perspectiva histórica. Logo, já havia criado o meu usuário e senha, assim foi só juntar os acontecimentos citados no texto lido e inseri-los na linha de tempo.

Acredito que a criação de uma linha de tempo para um texto como o estudado, que mostra a história de algo, seja muito importante, pois assim conseguimos organizar os fatos e entender melhor o acontecido.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Apresentação de Power Point com os alunos

Uma ferramenta que comecei a utilizar este semestre com os meus alunos, devida a influência das apresentações de trabalhos exigidas pelo curso, foram as apresentações em "PowerPoint", no caso de nossa escola, a variação, o OpenOfficeorg Apresentação, pelo fato de esse ser um software livre que está instalado em toda rede municipal.
Este ano tive uma ótima experiência com esse recurso, já que eu acreditava que seria muito difícil fazer uma apresentação com 30 alunos de 5ª série em uma sala de informática com apenas 13 computadores, porém, pela minha surpresa, obtive sucesso. Os alunos dividiram-se em grupos de 4 ou 5 integrantes e dividiram as tarefas para o trabalho, enquanto a metade procurava as fotos na internet, os outros faziam o texto para inserir nos slides. Então, depois de algumas aulas de trabalho, e depois de montarmos 5 slides para cada grupo, com uma foto e um tópico do texto em cada um, montei o aparelho de DataShow no auditório da nossa escola e fizemos uma espécie de workshop, em que juntamos duas turmas da mesma série que estavam realizando o mesmo trabalho, e fizemos as apresentações. Eles adoraram essa experiência, acredito que ano que vem vou começar a fazer o mesmo desde o início do ano, para ambientá-los a esses novos recursos tecnológicos.

Bienal

Depois de visitar a Bienal, de ver todo o material que é dado por eles para os professores de Educação Artística e depois de elaborar, juntamente com o grupo, um projeto utilizando uma obra da Bienal, pude entender um pouco mais sobre o significado que as obras de arte têm para os alunos.
Os alunos adoram trabalhar artes e até então eu não sabia o porquê. Descobri, conversando com a mãe de uma amiga minha que também é professora, a razão de muitos alunos gostarem de desenhar, de representar alguma imagem ou de até mesmo pintar. Ali, na sua "obra de arte", eles colocam, muitas vezes, seus sonhos de vida, de família e até mesmo de futuro. O mundo em que muitos alunos vivem é muito diferente do que eles sonham para si. Eles querem um esteriótipo televisivo, eles querem uma família perfeita, unida, com pai, com mãe, avô, avó, irmãos, cachorro e periquito.
Isto está relacionado com o que aprendemos na interdisciplina de Artes Visuais, sobre a leitura das imagens, em que tínhamos que analisar algumas imagens para entender o seu propósito. É assim que devemos lidar com os trabalhos de nossos alunos, devemos ter um olhar crítico para entendermos a mensagem que eles querem passar com aquele desenho.

Contação de Histórias


Sempre converso muito com a bibliotecária da minha escola, então conheci quase todas as horas do conto que ela fez esse ano, até ajudei na confecção de lâminas para uma sobre a história do livrinho "Não Confunda", e também já participei de um bingo que ela fez com os alunos quando contou a história dos Três Porquinhos.

Foi então que surgiu na interdisciplina de Literatura, a proposta de fazer uma aula presencial com uma contação de histórias. Como já conhecia um pouco sobre o assunto, foi mais fácil, porém fiquei com medo de saber quem ia fazer o que, porque não havíamos nos encontrado para ensaiar e nem para discutir nada da apresentação. Mas no final deu tudo certo.

O que eu mais me impressionei, foi com a empolgação e com a desenvoltura de algumas colegas na hora da contação das histórias.

Uma aprendizagem que tive com essa experiência, foi a infinidade de "caras" que devemos fazer quando contamos algo para uma criança, bem como a diferenciação da intonação da voz, que pode causar pânico, medo, alegria, suspense, entre outros sentimentos que queremos despertar nos alunos.

Também, fiz uma "bagagem" de histórias para se um dia eu precisar contar para algum aluno, seja como hora do conto ou como contação espontânea mesmo. Fiquei bastante empolgada para começar a ler e contar as historinhas para a minha afilhada de 1 aninho. Sei que ela é muito novinha ainda, mas como toda professora, já pensamos no futuro dos nossos pequenos.

Álbum de fotos Picassa

Um recurso que passei a utilizar no meu cotidiano como aluna, foi o álbum de fotos do Google, o Picassa, em que podemos inserir as fotos de trabalhos realizados, imagens scaneadas, como toda e qualquer imagem que desejamos, assim, também na atividade de teatro, utilizei esse recurso, porque era necessário postar as fotos dos alunos em algum lugar, já que se inseríssemos todas as fotos no documento de texto, este ficaria muito pesado, além de não ficar muito boa a visualização.
Essa aprendizagem foi possível devido ao trabalho em grupo feito na interdisciplina de Literatura, sobre os elementos da narrativa. Mas porquê? Pelo simples fato de uma colega minha scanear um livro da cinderela e para facilitar a visualização das imagens para todos os colegas do grupo.
Como sou muito curiosa e não posso ver nada diferente sem mexer até descobrir como funciona, criei o meu primeiro álbum no Picassa para colocar as fotos tiradas na atividade de teatro feita com os meus alunos.
Essa aprendizagem foi muito importante, pois auxilia em todas as interdisciplinas, pois é um local legal para colocarmos as fotografias feitas nas atividades realizadas com os alunos.
Depois de "morta a cobra", como diria meu pai, agora só quero saber de colocar as fotos no álbum Picassa.

Bolsinha de garrafa PET


Este semestre tive uma aprendizagem pequena, porém significativa, à prestar atenção nas pequenas coisas.

Criei com alguns alunos um bilboquê com uma garrafa de Coca-Cola. Enquanto produzíamos o brinquedo uma aluna minha brincava com o que restou da garrafa. Todos haviam terminado seus brinquedos e ela estava lá, mexendo no outro pedaço da sucata não utilizado na confecção. Quase no final da aula, essa aluna me trouxe o que ela havia feito com a parte de baixo da garrafa. Ela havia confeccionado uma bolsinha, que fechava e abria pelo fato de existirem cortes na vertical da garrafa, que quando dobrados, formavam uma espécie de tampa para a bolsa. Então, sugeri para as outras alunas que já tinham feito o bilboquê, para fazerem então a bolsinha. Elas adoraram. Colocamos uma corda em furos que fizemos na garrafa, para fazer as alças da bolsa. Bom, nem preciso dizer que a bolsa foi um sucesso na sala de aula.

Com essa atividade percebi que muitas vezes não prestamos atenção nas pequenas coisas, como no resto da garrafa que havíamos utilizado. Assim, das próximas vezes, tentarei imaginar uma utilidade para a garrafa toda!!!

Ter brinquedos X Brincar com brinquedos

A mídia está fazendo com que as crianças cada vez mais queiram brinquedos novos, ainda tendo os antigos em bom estado para brincar, é o que a professora Tânia Fortuna se refere em sua entrevista para a TVCom.
A entrevista me fez reforçar a idéia de que a mídia interfere muito na vida não só das crianças, mas em nossas vidas também.
Como já havia sido dito no texto "Porque você ouve tanta porcaria?", na interdisciplina de Música, a mídia está nos comandando e também influenciando os nossos pequenos. A mídia designa o que vamos ouvir, o que vamos falar, o que vamos vestir e com o que nossas crianças vão brincar.
Claro que já sabia da influência da mídia em nossas vidas, porém, não havia percebido o quão estrondoso é o estrago que ela faz com nossas crianças. Acho o cúmulo, por exemplo, crianças de 6 e 7 anos ouvindo e dançando funk.
Com essas leituras e depois de assistir a entrevista da professora, pretendo começar a guiar a cabecinha dos meus pequenos para utilizarem apenas a parte positiva da mídia, assistindo programas de boa qualidade, ouvindo músicas boas e brincando com os brinquedos que ainda estão em boas condições de uso, além de utilizar a internet e o computador, para trabalhos escolares e para entretenimentos saudáveis.