Linha de Tempo
Ao ler o texto "Informática Educativa no Brasil" de Maria Candida Moraes, pude conhecer a história da Informática como parte da educação no Brasil, que demorou quase uma década para ser aceita em nosso país. Os pesquisadores precisaram insistir muito no assunto para mover as autoridades à financiarem os projetos de pesquisa na área, já que muitos acreditavam que o país tinha outras prioridades.
Quando à linha de tempo, achei super tranqüilo construí-la, já que no ano passado eu já havia feito uma linha neste mesmo site para a interdisciplina de Escolarização, espaço e tempo na perspectiva histórica. Logo, já havia criado o meu usuário e senha, assim foi só juntar os acontecimentos citados no texto lido e inseri-los na linha de tempo.
Acredito que a criação de uma linha de tempo para um texto como o estudado, que mostra a história de algo, seja muito importante, pois assim conseguimos organizar os fatos e entender melhor o acontecido.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
Apresentação de Power Point com os alunos
Uma ferramenta que comecei a utilizar este semestre com os meus alunos, devida a influência das apresentações de trabalhos exigidas pelo curso, foram as apresentações em "PowerPoint", no caso de nossa escola, a variação, o OpenOfficeorg Apresentação, pelo fato de esse ser um software livre que está instalado em toda rede municipal.
Este ano tive uma ótima experiência com esse recurso, já que eu acreditava que seria muito difícil fazer uma apresentação com 30 alunos de 5ª série em uma sala de informática com apenas 13 computadores, porém, pela minha surpresa, obtive sucesso. Os alunos dividiram-se em grupos de 4 ou 5 integrantes e dividiram as tarefas para o trabalho, enquanto a metade procurava as fotos na internet, os outros faziam o texto para inserir nos slides. Então, depois de algumas aulas de trabalho, e depois de montarmos 5 slides para cada grupo, com uma foto e um tópico do texto em cada um, montei o aparelho de DataShow no auditório da nossa escola e fizemos uma espécie de workshop, em que juntamos duas turmas da mesma série que estavam realizando o mesmo trabalho, e fizemos as apresentações. Eles adoraram essa experiência, acredito que ano que vem vou começar a fazer o mesmo desde o início do ano, para ambientá-los a esses novos recursos tecnológicos.
Este ano tive uma ótima experiência com esse recurso, já que eu acreditava que seria muito difícil fazer uma apresentação com 30 alunos de 5ª série em uma sala de informática com apenas 13 computadores, porém, pela minha surpresa, obtive sucesso. Os alunos dividiram-se em grupos de 4 ou 5 integrantes e dividiram as tarefas para o trabalho, enquanto a metade procurava as fotos na internet, os outros faziam o texto para inserir nos slides. Então, depois de algumas aulas de trabalho, e depois de montarmos 5 slides para cada grupo, com uma foto e um tópico do texto em cada um, montei o aparelho de DataShow no auditório da nossa escola e fizemos uma espécie de workshop, em que juntamos duas turmas da mesma série que estavam realizando o mesmo trabalho, e fizemos as apresentações. Eles adoraram essa experiência, acredito que ano que vem vou começar a fazer o mesmo desde o início do ano, para ambientá-los a esses novos recursos tecnológicos.
Bienal
Depois de visitar a Bienal, de ver todo o material que é dado por eles para os professores de Educação Artística e depois de elaborar, juntamente com o grupo, um projeto utilizando uma obra da Bienal, pude entender um pouco mais sobre o significado que as obras de arte têm para os alunos.
Os alunos adoram trabalhar artes e até então eu não sabia o porquê. Descobri, conversando com a mãe de uma amiga minha que também é professora, a razão de muitos alunos gostarem de desenhar, de representar alguma imagem ou de até mesmo pintar. Ali, na sua "obra de arte", eles colocam, muitas vezes, seus sonhos de vida, de família e até mesmo de futuro. O mundo em que muitos alunos vivem é muito diferente do que eles sonham para si. Eles querem um esteriótipo televisivo, eles querem uma família perfeita, unida, com pai, com mãe, avô, avó, irmãos, cachorro e periquito.
Isto está relacionado com o que aprendemos na interdisciplina de Artes Visuais, sobre a leitura das imagens, em que tínhamos que analisar algumas imagens para entender o seu propósito. É assim que devemos lidar com os trabalhos de nossos alunos, devemos ter um olhar crítico para entendermos a mensagem que eles querem passar com aquele desenho.
Os alunos adoram trabalhar artes e até então eu não sabia o porquê. Descobri, conversando com a mãe de uma amiga minha que também é professora, a razão de muitos alunos gostarem de desenhar, de representar alguma imagem ou de até mesmo pintar. Ali, na sua "obra de arte", eles colocam, muitas vezes, seus sonhos de vida, de família e até mesmo de futuro. O mundo em que muitos alunos vivem é muito diferente do que eles sonham para si. Eles querem um esteriótipo televisivo, eles querem uma família perfeita, unida, com pai, com mãe, avô, avó, irmãos, cachorro e periquito.
Isto está relacionado com o que aprendemos na interdisciplina de Artes Visuais, sobre a leitura das imagens, em que tínhamos que analisar algumas imagens para entender o seu propósito. É assim que devemos lidar com os trabalhos de nossos alunos, devemos ter um olhar crítico para entendermos a mensagem que eles querem passar com aquele desenho.
Contação de Histórias

Sempre converso muito com a bibliotecária da minha escola, então conheci quase todas as horas do conto que ela fez esse ano, até ajudei na confecção de lâminas para uma sobre a história do livrinho "Não Confunda", e também já participei de um bingo que ela fez com os alunos quando contou a história dos Três Porquinhos.
Foi então que surgiu na interdisciplina de Literatura, a proposta de fazer uma aula presencial com uma contação de histórias. Como já conhecia um pouco sobre o assunto, foi mais fácil, porém fiquei com medo de saber quem ia fazer o que, porque não havíamos nos encontrado para ensaiar e nem para discutir nada da apresentação. Mas no final deu tudo certo.
O que eu mais me impressionei, foi com a empolgação e com a desenvoltura de algumas colegas na hora da contação das histórias.
Uma aprendizagem que tive com essa experiência, foi a infinidade de "caras" que devemos fazer quando contamos algo para uma criança, bem como a diferenciação da intonação da voz, que pode causar pânico, medo, alegria, suspense, entre outros sentimentos que queremos despertar nos alunos.
Também, fiz uma "bagagem" de histórias para se um dia eu precisar contar para algum aluno, seja como hora do conto ou como contação espontânea mesmo. Fiquei bastante empolgada para começar a ler e contar as historinhas para a minha afilhada de 1 aninho. Sei que ela é muito novinha ainda, mas como toda professora, já pensamos no futuro dos nossos pequenos.
Álbum de fotos Picassa
Um recurso que passei a utilizar no meu cotidiano como aluna, foi o álbum de fotos do Google, o Picassa, em que podemos inserir as fotos de trabalhos realizados, imagens scaneadas, como toda e qualquer imagem que desejamos, assim, também na atividade de teatro, utilizei esse recurso, porque era necessário postar as fotos dos alunos em algum lugar, já que se inseríssemos todas as fotos no documento de texto, este ficaria muito pesado, além de não ficar muito boa a visualização.
Essa aprendizagem foi possível devido ao trabalho em grupo feito na interdisciplina de Literatura, sobre os elementos da narrativa. Mas porquê? Pelo simples fato de uma colega minha scanear um livro da cinderela e para facilitar a visualização das imagens para todos os colegas do grupo.
Como sou muito curiosa e não posso ver nada diferente sem mexer até descobrir como funciona, criei o meu primeiro álbum no Picassa para colocar as fotos tiradas na atividade de teatro feita com os meus alunos.
Essa aprendizagem foi muito importante, pois auxilia em todas as interdisciplinas, pois é um local legal para colocarmos as fotografias feitas nas atividades realizadas com os alunos.
Depois de "morta a cobra", como diria meu pai, agora só quero saber de colocar as fotos no álbum Picassa.
Essa aprendizagem foi possível devido ao trabalho em grupo feito na interdisciplina de Literatura, sobre os elementos da narrativa. Mas porquê? Pelo simples fato de uma colega minha scanear um livro da cinderela e para facilitar a visualização das imagens para todos os colegas do grupo.
Como sou muito curiosa e não posso ver nada diferente sem mexer até descobrir como funciona, criei o meu primeiro álbum no Picassa para colocar as fotos tiradas na atividade de teatro feita com os meus alunos.
Essa aprendizagem foi muito importante, pois auxilia em todas as interdisciplinas, pois é um local legal para colocarmos as fotografias feitas nas atividades realizadas com os alunos.
Depois de "morta a cobra", como diria meu pai, agora só quero saber de colocar as fotos no álbum Picassa.
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Literatura Infanto-Juvenil,
SI III,
Teatro
Bolsinha de garrafa PET
Este semestre tive uma aprendizagem pequena, porém significativa, à prestar atenção nas pequenas coisas.
Criei com alguns alunos um bilboquê com uma garrafa de Coca-Cola. Enquanto produzíamos o brinquedo uma aluna minha brincava com o que restou da garrafa. Todos haviam terminado seus brinquedos e ela estava lá, mexendo no outro pedaço da sucata não utilizado na confecção. Quase no final da aula, essa aluna me trouxe o que ela havia feito com a parte de baixo da garrafa. Ela havia confeccionado uma bolsinha, que fechava e abria pelo fato de existirem cortes na vertical da garrafa, que quando dobrados, formavam uma espécie de tampa para a bolsa. Então, sugeri para as outras alunas que já tinham feito o bilboquê, para fazerem então a bolsinha. Elas adoraram. Colocamos uma corda em furos que fizemos na garrafa, para fazer as alças da bolsa. Bom, nem preciso dizer que a bolsa foi um sucesso na sala de aula.
Com essa atividade percebi que muitas vezes não prestamos atenção nas pequenas coisas, como no resto da garrafa que havíamos utilizado. Assim, das próximas vezes, tentarei imaginar uma utilidade para a garrafa toda!!!
Ter brinquedos X Brincar com brinquedos
A mídia está fazendo com que as crianças cada vez mais queiram brinquedos novos, ainda tendo os antigos em bom estado para brincar, é o que a professora Tânia Fortuna se refere em sua entrevista para a TVCom.
A entrevista me fez reforçar a idéia de que a mídia interfere muito na vida não só das crianças, mas em nossas vidas também.
Como já havia sido dito no texto "Porque você ouve tanta porcaria?", na interdisciplina de Música, a mídia está nos comandando e também influenciando os nossos pequenos. A mídia designa o que vamos ouvir, o que vamos falar, o que vamos vestir e com o que nossas crianças vão brincar.
Claro que já sabia da influência da mídia em nossas vidas, porém, não havia percebido o quão estrondoso é o estrago que ela faz com nossas crianças. Acho o cúmulo, por exemplo, crianças de 6 e 7 anos ouvindo e dançando funk.
Com essas leituras e depois de assistir a entrevista da professora, pretendo começar a guiar a cabecinha dos meus pequenos para utilizarem apenas a parte positiva da mídia, assistindo programas de boa qualidade, ouvindo músicas boas e brincando com os brinquedos que ainda estão em boas condições de uso, além de utilizar a internet e o computador, para trabalhos escolares e para entretenimentos saudáveis.
A entrevista me fez reforçar a idéia de que a mídia interfere muito na vida não só das crianças, mas em nossas vidas também.
Como já havia sido dito no texto "Porque você ouve tanta porcaria?", na interdisciplina de Música, a mídia está nos comandando e também influenciando os nossos pequenos. A mídia designa o que vamos ouvir, o que vamos falar, o que vamos vestir e com o que nossas crianças vão brincar.
Claro que já sabia da influência da mídia em nossas vidas, porém, não havia percebido o quão estrondoso é o estrago que ela faz com nossas crianças. Acho o cúmulo, por exemplo, crianças de 6 e 7 anos ouvindo e dançando funk.
Com essas leituras e depois de assistir a entrevista da professora, pretendo começar a guiar a cabecinha dos meus pequenos para utilizarem apenas a parte positiva da mídia, assistindo programas de boa qualidade, ouvindo músicas boas e brincando com os brinquedos que ainda estão em boas condições de uso, além de utilizar a internet e o computador, para trabalhos escolares e para entretenimentos saudáveis.
Educação de Jovens e Adultos
Uma aprendizagem que tive esse ano, como profissional, foi trabalhando com o EJA. Nunca havia trabalhando com ensino de adultos, e nem com pessoas mais velhas do que eu, o que acontece em minha escola em que a maioria dos meus alunos do noturno são mais velhos do que eu.
Aprendi principalmente a lidar com os bem mais velhos, aquelas senhoras e senhores que voltam à escola depois de muitos anos. O principal problema que eles têm é o medo de mexer nos computadores por medo de estragar o que totalmente diferente dos pequenos, que não têm medo de nada, apertando em tudo que não são chamados, justamente pelo fato de não saberem o quanto custa um computador novo.
Lendo o texto de Henry A. Giroux descobri o porque do medo que os adultos e principalmente os semi-analfabetos tem. Segundo ele, “Sem dúvida, os analfabetos são homens oprimidos no interior da estrutura social, que precisam de libertação de sua alienação e de sua dependência, necessitando, para isso, de uma autêntica transformação da estrutura desumanizante.”
Assim, posso compreender melhor o motivo dos medos deles e conseguirei descobrir maneiras de deixá-los mais calmos e mais tranqüilos ao mexerem no computador.
Aprendi principalmente a lidar com os bem mais velhos, aquelas senhoras e senhores que voltam à escola depois de muitos anos. O principal problema que eles têm é o medo de mexer nos computadores por medo de estragar o que totalmente diferente dos pequenos, que não têm medo de nada, apertando em tudo que não são chamados, justamente pelo fato de não saberem o quanto custa um computador novo.
Lendo o texto de Henry A. Giroux descobri o porque do medo que os adultos e principalmente os semi-analfabetos tem. Segundo ele, “Sem dúvida, os analfabetos são homens oprimidos no interior da estrutura social, que precisam de libertação de sua alienação e de sua dependência, necessitando, para isso, de uma autêntica transformação da estrutura desumanizante.”
Assim, posso compreender melhor o motivo dos medos deles e conseguirei descobrir maneiras de deixá-los mais calmos e mais tranqüilos ao mexerem no computador.
Interdisciplinaridade
Uma coisa muito importante que aprendi nesse semestre foi a trabalhar com a interdisciplinaridade, pois tivemos interdisciplinas diferentes, porém, quase todas podem ser caracterizadas com arte. Artes Visuais, Teatro, Música, Ludicidade e Educação.
Assim, começei a pensar que várias atividades podem ser feitas e abranger as 5 interdisciplinas. Podemos realizar atividades com os alunos que necessitem informações de todas essas áreas.
Diferentemente do outro semestre e de outros cursos, as disciplinas estudadas agora têm uma grande conexão, o que pode ajudar na utilização da interdisciplinaridade, o que utilizei poucas vezes em sala de aula, e que pode ser usado positivamente com os alunos, com variadas atividades.
Assim, começei a pensar que várias atividades podem ser feitas e abranger as 5 interdisciplinas. Podemos realizar atividades com os alunos que necessitem informações de todas essas áreas.
Diferentemente do outro semestre e de outros cursos, as disciplinas estudadas agora têm uma grande conexão, o que pode ajudar na utilização da interdisciplinaridade, o que utilizei poucas vezes em sala de aula, e que pode ser usado positivamente com os alunos, com variadas atividades.
Penso que quando eu tiver uma oportunidade, seja com meus alunos ou quando estiver com alguma turma, vou propor uma atividade agrupando as interdisciplinas estudadas este semestre, já que não consegui fazer isso agora, pois não tenho uma turma minha.
Sugeriria até uma atividade do tipo:
Trabalhando a atividade sobre o livro "Música Brasileira para Crianças" de Simone Cit, podemos abranger várias áreas de conhecimento em uma só atividade, começando por uma integração dos alunos com o Laboratório de Informática, para mostrar o PowerPoint do livro em uma apresentação no DataShow, o que possibilita a visão de todos às figuras do livro, e também uma leitura mais interativa. Logo após a contação da história, o que foi um tópico explorado na interdisciplina de Literatura Infanto Juvenil, em que todos nós contamos uma história para os colegas, podemos cantar com os alunos as cantigas propostas nos livros, e até mesmo confeccionarmos uma "mini" orquestra, com sucatas e materiais recicláveis, o que englobaria a interdisciplina de Ludicidade e de Artes Visuais, pois criando esses objetos que irão fazer parte de uma brincadeira (a de tocar e cantar), os alunos também estariam demonstrando seu lado artístico em seus próprios instrumentos, com aspectos e cores bem pessoais. Por final, com a orquestra confeccionada, com as cantigas na ponta da língua, os alunos poderiam fazer uma encenação, não só para sua turma, mas para várias turmas da escola, o que integra a interdisciplina de Teatro nessa atividade.
Assim, podemos ver que uma simples atividade pode englobar a maioria das interdisciplinas, pois querendo ou não, Música, Artes, Teatro, Literatura e Ludicidade, estão intimamente ligadas e requerem muito do fazer artístico da criança, bem como exploram a criatividade, a motricidade, a desenvoltura em público, entre outros aspectos que são muito importantes para as crianças.
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Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho no magistério
Lendo o texto de Maurice Tardif e Danielle Raymond, "Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho no magistério", solicitado na interdisciplina de EPPC, pude renovar alguns conceitos que eu já tinha em mente. Pude perceber principalmente a importância de fazermos o estágio, de vivermos antes neste ambiente, percebendo os valores, rotinas e práticas do trabalho docente. Pois é o que está acontecendo comigo, que comecei direto trabalhando em uma sala de aula, sem antes ter entrado em uma no lugar de professora. Estou tendo dificuldades principalmente em relacionar os conteúdos estudados em Pedagogia, com a experiência de sala de aula.
Podemos perceber também que o tempo é o fator essencial do nosso trabalho e que este tempo pode ser usado para crescimento profissional e para engrandecer nossas atividades, construindo nossos saberes, como diz o autor: “o trabalho modifica a identidade do trabalhador, pois trabalhar não é somente fazer alguma coisa, mas fazer alguma coisa de si mesmo, consigo mesmo”. Assim, posso perceber em alguns colegas a acomodação, a falta de entusiasmo é como se estivessem parados no tempo. Então vejo que nós podemos usar o tempo a nosso favor ou não, somos nós que decidimos.
Podemos perceber também que o tempo é o fator essencial do nosso trabalho e que este tempo pode ser usado para crescimento profissional e para engrandecer nossas atividades, construindo nossos saberes, como diz o autor: “o trabalho modifica a identidade do trabalhador, pois trabalhar não é somente fazer alguma coisa, mas fazer alguma coisa de si mesmo, consigo mesmo”. Assim, posso perceber em alguns colegas a acomodação, a falta de entusiasmo é como se estivessem parados no tempo. Então vejo que nós podemos usar o tempo a nosso favor ou não, somos nós que decidimos.
Modo filmagem da Câmera Digital
Ao realizar a atividade de teatro com os meus alunos, a qual propunha uma série de exercícios teatrais e uma pequena encenação, utilizei-me de recursos muito importantes, como a câmera digital, o que foi imprescindível para retratar o momento da realização do exercício, bem como o modo de filmagem da mesma câmera, que possibilitou uma visão exata do andamento da aula de teatro com os alunos. Enquanto os alunos estavam realizando o exercício proposto, tirei algumas fotos dos movimentos mais significativos e filmei parte da execução dos mesmos.
Aprendi então a inserir esse vídeo em uma apresentação do PowerPoint, porém, quando fui apresentá-la, o vídeo não rodou, foi então que tive mais uma aprendizagem, que para eu que sou técnica em Informática, deveria ser meio óbvio, as configurações do computador em que eu iria apresentar não suportaram o vídeo. Mais uma aprendizagem aí, deveria ter testado no computador antes de apresentar o conteúdo do PowerPoint.
Sem mortos nem feridos, apresentei o trabalho, mas não consegui apresentar o vídeo, uma pena, pois seria muito importante para mostrar o que foi feito com os alunos.
Aprendi então a inserir esse vídeo em uma apresentação do PowerPoint, porém, quando fui apresentá-la, o vídeo não rodou, foi então que tive mais uma aprendizagem, que para eu que sou técnica em Informática, deveria ser meio óbvio, as configurações do computador em que eu iria apresentar não suportaram o vídeo. Mais uma aprendizagem aí, deveria ter testado no computador antes de apresentar o conteúdo do PowerPoint.
Sem mortos nem feridos, apresentei o trabalho, mas não consegui apresentar o vídeo, uma pena, pois seria muito importante para mostrar o que foi feito com os alunos.
Músicas e Brincadeiras Folclóricas
Música folclórica: "É o conjunto de canções tradicionais de um povo. Tratam de quase todos os tipos de atividades humanas e muitas destas canções expressam crenças religiosas ou políticas de um povo ou descrevem sua história."
Na nossa escola esse ano, tentamos resgatar um pouco mais da cultura dos alunos, na hora do recreio monitorado, em que as professoras que cuidavam do recreio, juntamente com a monitora, faziam com os alunos, na hora do recreio, brincadeiras com cantigas de roda para organizar mais o intervalo no pátio. Para isso, fomos atrás de brincadeiras que fizessem parte do folclore infantil, então fizemos uma escala, e em cada dia eram realizadas tarefas específicas. Algumas das brincadeiras de roda eram: Ciranda, cirandinha; Marcha Soldado; O Cravo e a Rosa e Ovo Choco.
O que mais me impressionou foi que as músicas que faziam parte da minha infância, também fazem parte da infância dos meus alunos. Foi então que fiz minha maior aprendizagem, descobri que a música folclórica caracteriza-se pela simplicidade, monotonia e lentidão e sua origem pode estar ligada a uma música popular cujo autor foi esquecido ou pode ter sido criada espontâneamente pelo povo. Assim, percebi que estas brincadeiras não serão lembradas apenas por meus alunos, serão lembradas por séculos e séculos.
Percebi que as músicas da minha época eram as mesmas que os alunos aprenderam, quando trabalhei o folclore com muitas turmas, quando mostrei para eles um CD do Sesinho, criado pelo Sesi, em que haviam histórias folclóricas e músicas. Foi cantando as músicas que percebi que eles conheciam as mesmas que eu cantava quando era criança, mas mesmo assim não conheciam todas. A maioria não conhecia algumas músicas que aprendemos principalmente na catequese, que é um ritual da igreja Católica, pelo fato de muitos serem de diferentes crenças.
Na nossa escola esse ano, tentamos resgatar um pouco mais da cultura dos alunos, na hora do recreio monitorado, em que as professoras que cuidavam do recreio, juntamente com a monitora, faziam com os alunos, na hora do recreio, brincadeiras com cantigas de roda para organizar mais o intervalo no pátio. Para isso, fomos atrás de brincadeiras que fizessem parte do folclore infantil, então fizemos uma escala, e em cada dia eram realizadas tarefas específicas. Algumas das brincadeiras de roda eram: Ciranda, cirandinha; Marcha Soldado; O Cravo e a Rosa e Ovo Choco.
O que mais me impressionou foi que as músicas que faziam parte da minha infância, também fazem parte da infância dos meus alunos. Foi então que fiz minha maior aprendizagem, descobri que a música folclórica caracteriza-se pela simplicidade, monotonia e lentidão e sua origem pode estar ligada a uma música popular cujo autor foi esquecido ou pode ter sido criada espontâneamente pelo povo. Assim, percebi que estas brincadeiras não serão lembradas apenas por meus alunos, serão lembradas por séculos e séculos.
Percebi que as músicas da minha época eram as mesmas que os alunos aprenderam, quando trabalhei o folclore com muitas turmas, quando mostrei para eles um CD do Sesinho, criado pelo Sesi, em que haviam histórias folclóricas e músicas. Foi cantando as músicas que percebi que eles conheciam as mesmas que eu cantava quando era criança, mas mesmo assim não conheciam todas. A maioria não conhecia algumas músicas que aprendemos principalmente na catequese, que é um ritual da igreja Católica, pelo fato de muitos serem de diferentes crenças.
Releitura de Imagens

A LDB no Artigo 26, parágrafo 2º afirma:
“O ensino da Arte constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos”.
Conforme a LDB, vemos que a arte deve fazer parte do currículo de todas as turmas. Logo, realizei com alunos de 1º ano, uma atividade de releitura da obra Abaporu de Tarsila do Amaral, e conforme a proposta triangular, vista na interdisciplina de Artes Visuais, foi trabalhado com os alunos o "Fazer, ler e contextualizar", que significa explicar um pouco sobre a artista, sobre a obra e fazer alguma atividade "braçal" relacionada com o estudo feito.
Antes de estudar sobre a proposta triangular no nosso curso, eu acreditava que deveríamos apenas mostrar a obra para os alunos e pedirmos a releitura, que para mim significava apenas fazer uma cópia da obra. Porém, agora percebo que através da releitura de imagens o aluno pode expressar sentimentos adquiridos durante sua vida, além de conhecermos os valores que eles acham importantes relacionando a imagem ao mundo.
O que notei também foi uma diferença na apreciação das imagens feitas por alunos que são familiarizados com a arte e os que não são, pois a maioria está inserida em um mundo tão "feio", sem ligação nenhuma com a arte, que para eles, a arte chega a ser algo impressionante. É o que podemos perceber quando realizamos passeios à Bienal, com alunos que nunca viram nenhuma obra de arte, pois percebemos em seu olhar, a sua admiração pelo que está sendo visto.
Assim, pude entender que as construções no domínio da leitura estética dependem de muitas coisas que atuam na maneira de interagir do sujeito com seu meio, bem como Piaget já havia notado que o desenvolvimento das crianças depende das interações com o objeto do conhecimento.
Usando sucata como recurso lúdico pedagógico

Além de cursar Pedagogia, eu também curso Arquitetura, e por esse fato já estou familiarizada com as SUCATAS, pois utilizamos muito elas para fazermos nossas maquetes de estudo em várias disciplinas do curso. Mas mesmo sendo conhecida na minha casa como sucateira, não sabia a importância desses materiais para a construção de brinquedos e jogos artesanais que podem auxiliar muito na aprendizagem dos nossos alunos.
Depois de estudarmos o enfoque sobre jogos artesanais na interdisciplina de Ludicidade, fiquei impressionada com a quantidade de coisas que podemos fazer com materiais que não utilizamos mais, como caixas, rolos de papel, garrafas plásticas, etc.
Aprendi principalmente que além de criarmos brinquedos para os alunos, estamos abordando um assunto muito atual com eles, que é a coleta seletiva e a reciclagem.
Quando citamos o assunto em sala de aula, e os alunos apresentam seus trabalhos, podemos perceber muito claramente que o assunto passa somente como "mais um trabalho escolar". Dificilmente conseguimos desenvolver um trabalho sério de coleta seletiva, principalmente a partir da própria escola, que, raramente adota o sistema, por "falta de espaço", ou até mesmo por falta de interesse.
Porém, se passarmos a abordar com mais freqüencia esse assunto, conseguiremos fazer com que os alunos aprendam um pouco mais sobre a reciclagem, brincando, já que é o meio mais fácil de fazer com que eles entendam um assunto tão sério.
No Laboratório de Informática temos um material muito importante sobre a reciclagem e coleta seletiva, é uma apresentação no PowerPoint que explica esses processos e que vem seguido de um teste de conhecimentos. Então, é muito interessante trabalhar isso com os alunos depois de abordar o assunto em sala de aula, pois ele vêm com uma bagagem de conhecimento sobre o tema, o que facilita muito na hora de aplicar o teste com eles. Além de ser muito divertido, pois eles têm a chance de fazer de novo até acertarem, também treinando um pouco mais a leitura dos alunos menores.
Bem como está escrito no link "O trabalho com sucata pode ser rico e benéfico na nossa prática pedagógica?" em nosso site da interdisciplina: "O uso desse material reciclável na construção de jogos e brinquedos permite a criança desenvolver sua criatividade, coordenação motora fina, imaginação e o senso estético, além de resgatar a importância do próprio brinquedo e de trabalhar a preservação do meio-ambiente, através do reaproveitamento do lixo seco. "
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Aula de teatro é teatro??
Quando lemos os textos que são pedidos nas interdisciplinas, podemos sempre fazer paralelos com a nossa realidade para vermos o que fazemos com os nossos alunos ou que podemos melhorar. Os texto nos ajudam pois nos dão uma base teórica em relação ao assunto lido e muitas vezes fazem surgir idéias, em nossas mentes, de atividades a serem realizadas com os nossos alunos.
Neste semestre, ao ler o texto de Cleusa Joceleia Machado, "Aula de teatro é Teatro?", pude perceber que pequenos exercícios teatrais feitos com os alunos podem ser considerados Teatro, como exercícios de movimentação, de atenção, de caminhada, de ritmos, entre outros. Exercícios como esses podem ser pesquisados em livros como o de Augusto Boal, "Jogos para atores e não atores".
Foi então que percebi que era importante aplicar atividades teatrais com os alunos, ou até mesmo uma pequena encenação. Foi então que sugeri a uma professora de 1º ano que estava trabalhando a Disney com os seus alunos, que talvez fizessem uma encenação de alguma história infantil. Os alunos adoraram a idéia, então, criaram o cenário e fizeram os figurinos em sala de aula, e eu filmei a encenação com a filmadora da escola.
Assim, tive uma grande aprendizagem, percebi que para termos um teatro, a intenção de ser Teatro é a primeira coisa a ser vista, e como todos os alunos queriam fazer o teatro, tivemos então o "Teatro na aula de teatro" como cita a autora: "A condição primeira para um gesto ou uma situação estar assinalada pela substantividade teatral é a intenção de ser Teatro."
Atividades como essas de exercícios teatrais, podem ser escolhidas em conjunto. A professora ou o professor pode sugerir algumas idéias e a turma pode escolher o que vai ser trabalhado. O que pode-se fazer também, é um exercício teatral logo após o recreio, o que faz com que os alunos se acalmem, facilitando assim o processo de aprendizagem do conteúdo que será explorado nos períodos seguintes.
Neste semestre, ao ler o texto de Cleusa Joceleia Machado, "Aula de teatro é Teatro?", pude perceber que pequenos exercícios teatrais feitos com os alunos podem ser considerados Teatro, como exercícios de movimentação, de atenção, de caminhada, de ritmos, entre outros. Exercícios como esses podem ser pesquisados em livros como o de Augusto Boal, "Jogos para atores e não atores".
Foi então que percebi que era importante aplicar atividades teatrais com os alunos, ou até mesmo uma pequena encenação. Foi então que sugeri a uma professora de 1º ano que estava trabalhando a Disney com os seus alunos, que talvez fizessem uma encenação de alguma história infantil. Os alunos adoraram a idéia, então, criaram o cenário e fizeram os figurinos em sala de aula, e eu filmei a encenação com a filmadora da escola.
Assim, tive uma grande aprendizagem, percebi que para termos um teatro, a intenção de ser Teatro é a primeira coisa a ser vista, e como todos os alunos queriam fazer o teatro, tivemos então o "Teatro na aula de teatro" como cita a autora: "A condição primeira para um gesto ou uma situação estar assinalada pela substantividade teatral é a intenção de ser Teatro."
Atividades como essas de exercícios teatrais, podem ser escolhidas em conjunto. A professora ou o professor pode sugerir algumas idéias e a turma pode escolher o que vai ser trabalhado. O que pode-se fazer também, é um exercício teatral logo após o recreio, o que faz com que os alunos se acalmem, facilitando assim o processo de aprendizagem do conteúdo que será explorado nos períodos seguintes.
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